A troca de dentes nos filhotes de cães inicia-se cedo.

Aos 4 meses os incisivos centrais superiores e inferiores;

Aos 4,5 meses os incisivos médios superiores e inferiores;

Aos 5 meses os incisivos laterais superiores e inferiores;

e, depois os caninos superiores e inferiores.

A denominação em veterinária é: pinças/médios e cantos para incisivos centrais/médios e laterais.

Aos 7 meses geralmente houve a troca de todos os dentes de leite e os
definitivos já estão todos presentes.


O hábito de escovação com escova e gel dental próprios para cães deve ser introduzido já nos filhotes quando possível, pois a remoção de resíduos minimiza o crescimento bacteriano e sua calcificação (= tártaro) e evita a periodontite futura.

A administração de biscoitos para cães e ossos de couro para roer também auxilia na limpeza.


  CUIDADOS COM OS DENTES

 
Os cuidados com os dentes de cães e gatos não devem ser somente no sentido estético (por causa da cor escura quando há cálculos ou "tártaro" e mau-cheiro), mas no sentido preventivo de inúmeras doenças que as bactérias calcificadas ao redor dos dentes podem
trazer ao organismo, como gengivites, periodontites, amolecimento dos ligamentos dentinários, sinusites, endocardite e nefrite.
 
O melhor tratamento é a prevenção, por meio de rações (que existem hoje no mercado) contendo elementos antitártaro, biscoitinhos com muita fibra, por meio das quais se faz a limpeza durante a mastigação, ossinhos e palitinhos de couro cru, "fio dental" que con-
siste em um emaranhado de linhas muitas vezes coloridas e unidas, com nós nos dois extremos.
 
Ao roê-los, os dentes sofrem a fricção dos fios e ocorre a remoção dos resídios e consequente limpeza dos dentes e espaços interdentários.
 
Há também os cremes dentais e escovas para cães, os géis dentais para cães e gatos contendo um antisséptico oral, e "snacks" com a mesma finalidade para felinos (petiscos).
 
Já em equinos, devido ao tipo de mastigação e hábitos alimentares bastante alterados e diferentes dos originais, praticados pelos seus ancestrais (que passavam 18 horas do dia mastigando capim), ocorre um desgaste que deixa "cantos vivos" nas laterais das mesas
dentárias, que ferem a mucosa nas bochechas (lado interno da cavidade oral), formando feridas e ulcerações, dificultando a ingestão de alimentos, ocasionando emagrecimento e uma série de doenças nutricionais carenciais.
 
O exame periódico da boca do cavalo faz com que já se intervenha logo no início dos desgastes, limando as bordas, cortando as formações irregulares e extraindo dentes abalados ("soltos") de dentro dos alvéolos dentários.
 
 
Dra. Angélica Úrsula Landau
CRMV-SP 02736
CRMV-j 09904
 
 




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