O cãozinho foi adquirido, está com uma vacina ou duas e ainda não está totalmente protegido contra doenças. O que fazer? Onde deixá-lo? Pode ser levado numa viagem?


Numa viagem familiar em carro, o filhote deve ir acondicionado numa caixa de transporte condizente com o seu tamanho. A cada duas horas deve ser    feita uma pausa para colocá-lo no colo, verificar fezes e urina dentro da caixa e providenciar sua limpeza, deixá-lo beber um pouco de água e seguir em
frente. No local de destino, sempre no colo, deve conhecer o seu lugarzinho e, caso necessário, dormir dentro da caixa transportadora. Ao passear com
ele, não deixá-lo entrar em contato com outros cães. E não esquecer das proteções específicas da região (verme do coração, na praia/carrapatos, no campo/leishmaniose, nas regiões endêmicas).

Os produtos protetores devem sercolocados/administrados pelo menos 48 horas antes da viagem. També é interessante saber onde fica a Clínica Veterinária/Hospital Veterinário mais próximo, especialmente no campo, onde sabidamente há animais peçonhentos.

Quando o cãozinho já estiver um pouco maior, com a proteção máxima das suas vacinas, deve ser levado sempre na coleira ou peitoral, pois num lugar  estranho a ele fica tentador não obedecer a comandos e sair correndo por aí..

Na impossibilidade de levá-lo junto, uma pessoa de confiança ou um Hotelzinho deverão se incumbir dos cuidados com ele (sempre peça referências).
Para viagens internacionais, verificar se o país aceita cães em trânsito e quais as condições (elas mudaram tanto ao longo dos anos, de país para            país, que não existe uma regra geral, porém as vacinações e o atestado de saúde expedido por um veterinário são uma das regras quase gerais.


O gato foi adquirido e deve viajar junto?


Os gatos em geral não aprovam muito as mudanças bruscas e constantes. Caso não exista nenhuma pessoa que possa alimentá-lo na casa onde ele mora, deixar num hotelzinho é uma opção (de confiança, é claro).

Caso ele tenha que ir junto, deve ficar abrigado dentro de um cômodo fechado, com alimentos e banheirinho na primeira semana pelo menos. Se for apartamento, após uma semana ele deve poder circular internamente.

Se for em casa, não deve ser solto no jardim, pois pode se estressar e tentar voltar para a antiga morada e com isso se perder. Se estiver acostumado ao uso de peitoral, pode ir com a pessoa ao seu lado, com todo o cuidado e atenção.

Tranquilizantes e calmantes só sob receita do veterinário.
Mudanças de domicílio definitivas: os mesmos cuidados, ou seja, prendê-lo inicialmente num cômodo fechado, depois de uma semana deixá-lo ter acesso
ao restante do apartamento/da casa e se esta tiver um jardim a sua exploração deve ser gradativa. Assim mesmo existe o risco de desaparecimento, caso ele queira voltar ao domicílio antigo.

 
 

Dra. Angélica Úrsula Landau
CRMV-SP 02736
CRMV-j 09904
 
 




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